HDD vs SSD VS Nvme

Os discos rígidos tradicionais (HDD -Hard Disk Drive ) são bastante conhecidos porque já existem há mais de 50 anos.

Trabalham com um braço de leitura que se move sobre o prato para ler ou gravar as informações solicitadas. Para acelerar esse processo, o prato gira em simultaneo com braço que move sobre ele.

Os compartimentos que armazenam os dados podem ficar espalhados por todo o disco rígido. Ou seja, os dados não são gravados sequencialmente. Há um sistema de índice para fazer com que o braço de leitura encontre todos os dados pertinentes.

O prato e o braço de leitura são componentes delicados, por isso são envoltos por uma caixa de metal, impedindo que o disco seja danificado, em circunstâncias normais.

As unidades de disco rígido (HDDs) geralmente têm velocidades de transferência de dados entre 30 e 150 MB/s.

As unidades de estado sólido (SSD – solid-state drive) tornaram-se rapidamente um padrão e sucessoras dos discos rígidos tradicionais.

O SSD utiliza memória NAND-Flash, que é semelhante à utilizada nas unidades USB e não utiliza qualquer parte móvel, o que lhe permite ter um desempenho muito mais rápido do que um disco rígido típico limitado a 7200 RPM.

Os SSDs custam quase o mesmo que os HDDs para tamanhos de armazenamento típicos, o que os torna uma escolha fácil devido às suas velocidades significativamente mais rápidas, atingindo os 550MB/S. 

As unidades SSD NVMe (Non-Volatile Memory Express) são a tecnologia mais recente e oferecem as velocidades de transferência e E/S mais rápidas.

Na verdade, são cerca de 6x mais rápidos do que os SSD SATA tradicionais.

Os discos rígidos e SSD tradicionais utilizam portas SATA III que atingem uma taxa de transferência máxima de 600 MB/s e limitam as suas velocidades.

Ao utilizar esta ligação, a maioria dos SSD fornecerá velocidades de leitura e escrita de cerca de 500 MB/s.

Para comparação, um disco rígido de 7200 RPM gere cerca de 100 MB/s, dependendo da idade, condição e nível de fragmentação.

Por outro lado, o SSD NVMe utiliza várias vias PCI-e (Peripheral Component Interconnect Express) que permitem fornecer velocidades de transferência até 3500 MB/s.

Isto é 35x mais rápido que os discos rígidos e 7x mais rápido que os SSD SATA.

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Impressão 3D como Surgiu?

A impressão 3D surge em 1984, a primeira impressão 3D funcionando em pleno foi inventada por Chuck Hull, um engenheiro físico norte-americano do estado da Califórnia, em 1984, utilizando a estereolitografia, tecnologia precursora da impressão 3D. Hull já havia desenvolvido um ano antes a tecnologia do que viria a ser a máquina, quando ela tinha duas funções principais, sendo uma delas a criação, ela foi criada no dia 16/4/1984 usando lâmpadas para solidificação de resinas, primeiro objeto criado pela ferramenta.

Uma das primeiras versões comerciais semelhantes às impressoras de depósito por fusão, semelhantes àquelas impressoras 3D domésticas, foi desenvolvida por S. Scott Crump co fundador da Stratasys, Ltd, em 1989.

O principal objetivo, foi a confecção de partes de plástico de forma rápida, já que o processo tradicional levava de seis a oito semanas, e as peças ainda precisavam ser refeitas diversas vezes devido a problemas na manufatura.

Sendo assim, com a produção desses componentes em um ambiente controlado e de maneira muito mais veloz, a impressora 3D já demonstrava flexibilidade e rapidez, duas de suas principais características até 2014. A tecnologia de impressão 3D desenvolvido pela Carbon3D Inc., permite objetos crescerem a partir de um meio líquido continuamente em vez de ser construído camada por camada, como têm sido desde dos anos 1990, o que representa uma abordagem fundamentalmente nova para a impressão 3D. A tecnologia permite que os produtos prontos para uso serem feitos de 25 a 100 vezes mais rápido do que outros métodos e cria geometrias anteriormente inatingíveis que abre oportunidades para a inovação, não só na área da saúde e medicina, mas também em outras grandes indústrias como automotiva e de aviação.

Recentemente as impressoras 3D tornaram-se financeiramente acessíveis para pequenas e médias empresas, levando a prototipagem da indústria pesada para o ambiente de trabalho. Além disso, é possível simultaneamente depositar diferentes tipos de materiais. A tecnologia é utilizada em diversos ramos de produção, como em joalheria, calçado, design de produto, arquitetura, automotivo, aeroespacial e indústrias de desenvolvimento médico (Graças aos avanços da impressão 3-D, é possível imprimir tudo, desde próteses a corações, rins e outros órgãos vitais humanos). Recentemente pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, divulgaram um vídeo mostrando um coração feito através de impressão 3D realizando batimentos similares ao órgão real. Agora, os pesquisadores estão trabalhando o uso da tecnologia em uma máquina de fabricação de moléculas para simplificar química complexa.

 

 

Fonte:Wikipédia
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